terça-feira, 23 de agosto de 2011
Na Rua da Primavera
sábado, 8 de janeiro de 2011
Traz pra mim?
"Opa, tá indo pro estrangeiro? Me traz... e mais... e se der um...! Te pago na volta, valeu!"
sábado, 1 de janeiro de 2011
A shopping trip might be a good idea for Brazilian consumers
Picture this: A Brazilian couple runs crazy through Florida’s Boca Raton Town Center at 8:58pm, two minutes before the mall closes. Carrying Louis Vuitton, Giorgio Armani, Victoria’s Secret and Apple shopping bags, they’re still not happy with the purchases and make the employees roll their eyes when trying on every color of the same-sized polo t-shirt at Abercrombie and Fitch.
When they finally get to checkout, a surprise hits them: each client can purchase up to 20 items. They look over the pile of clothes and start calling friends to split on their cards. Secretly, the manager wonders to the last sales clerks on the store: “Why are they buying so many clothes? I bet they’re taking it to their country to sell”. He overlooks the number displayed on the cashier: almost U$2000 (yes, in denim, t-shirts, polos and hoodies).
Similar situations happen all over the country, from Florida’s outlets to New York’s populated Fifth Avenue. From Forever 21 and H&M to Bergdorf Goodman. Brazilian consumers have, increasingly in the past decade, been spending their recent-converted dollars and bringing home what there, would cost sometimes three or four times more.
Yes, it’s always fun to shop overseas. You get to buy things you’ve only seen on TV or heard of, and in the case of cities as New York or Paris, the fashion lovers have access to the haute couture freshly out of the runway.
However, the real reason for the growing number of Brazilian consumers in north-American lands is mainly one: the price difference in almost every department. Even with a booming economy, foreign investments, job creations and through the last years, a stronger currency, Brazilians face outrageous prices at home. The high taxes hit most products, the national ones and especially everything that is imported, such as designer brand clothes, electronics or cars, is taxed so high that it becomes a better deal to buy a ticket, pay for a hotel and travel abroad to do some serious shopping once or twice a year.
The prices in Brazil have always been way higher than those in the United States, but what has encouraged the growth in consumerism abroad has to do with a growing lower middle class in the Latin country, in a world in recession. They’re called the Class C, which earns between U$600 and U$2,600 a month and represents today 95.4 million from the 192 million people in Brazil. They detain 46% of the Brazilian income. While a big range of Americans struggle to keep their jobs and pay the mortgage, a growing number of Brazilians haven’t felt the impact of the crisis as strongly, and can’t wait to trade the sky high prices of almost every product in their country for the wonders of the tempting American market.
Their currency, the real, has strengthened 35% against the dollar since the beginning of 2009. And even though one real is still worth almost half a dollar, it is still a better deal for consumers to make their purchases in the North American country.
Up until last year, a Brazilian who traveled abroad could bring home not more than U$500 in purchases, whatever nature they were. Recently, the law has changed and became more flexible: only digital cameras and computers are subjected to customs. That made it easier for people who traveled with other purchases in mind, such as a large group of soon-to-be mothers. It is very usual to see pregnant women, accompanied by their husbands or someone in the family, like sister or mother, to travel to the US to make the whole shopping for the baby’s needs. They come home with strollers, car seats, clothes, cribs and ever diapers and baby food, which are significantly cheaper than in Brazil.
When you fly from the US to any country in the world, according to American Airlines and US Airways, you have the right to take one bag with 50 pounds at most. Brazil is the only country where that limit is pushed – doubled, or... almost tripled: two bags with 70 pounds each are allowed.
This is a problem present in other third world countries as well, but Brazilians are a particular case. They admire the American consumerism culture and have become a known market for retailers in America (such as Aventura Mall and Sawgrass Mills Mall in Florida, which are hiring people that speak Portuguese). One of their preferred destinations to travel and shop is Buenos Aires, Argentina (it’s cheap to go, and their currency is worth less than the Real), which is an example that even in a country that faces harder times than Brazil, the market prices are still lower and worth the trip.
With the recent election of Dilma Rousseff, President Lula’s favorite, a hope has struck the Brazilian people. Will she take over this rising economy and make it fair that the hard-working people who pay enormous taxes don’t need to leave their country just to shop? That way, maybe, visiting the pyramids in Egypt might be a good getaway. And purchases? Just souvenir.
Escrevi em inglês pois tinha que fazer uma redação para a faculdade aqui. Qualquer errinho a gente releva, né?
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Home, expensive home.
- Em Manhattan, mais ou menos a partir da rua 96 para cima é o Harlem. Que é bacana, mas não é tão valorizado quanto Manhattan. Quanto mais para cima, menos "bonito". Até a rua 110 mais ou menos é o Spanish Harlem, um lugar com muitos imigrantes hispânicos, e hoje em dia em sua maioria, mexicanos. É por lá que tem aqueles coros famosos de igreja, com música Gospel. Enfim, muitas vezes as pessoas anunciam imóveis no Harlem como se fosse o Upper East Side, e cobram o preço do lugar. Não caia nessa!
- Boas perguntas a se fazer são: Onde fica o metrô mais próximo? Qual andar? Tem elevador? As contas estão incluídas (gás, luz, internet)? Tem barulho da rua (fundos/frente)? Tem problema com ratos (isso é sério, tem áreas conhecidas por isso!)?
- Palavras-chave no título do link: Doorman building; quer dizer que tem porteiro e aí fica bem mais caro - Exposed brick; tijolos "à mostra", é considerado um charme a mais nos apês - Closet space; não sei você, mas eu preciso de armários! - Washer/Dryer; é um luxo, mas se o apartamento vier com máquinas de lavar e secar, é uma ótima! Furnished/Unfurnished; se for ficar por pouco tempo, opte pelos apartamentos já mobiliados.
Verifique se é um studio ou se é um quarto em um apartamento, às vezes é complicado de distinguir.- Se o preço for menor do que U$800 não se anime - provavelmente não será por mês, e sim por semana ou por um período menor.
- Não compre tudo o que ouvir/ler. Faça sua pesquisa - pegue o endereço exato e vá ao Google Maps. Lá você pode ver as linhas de metrô perto do local, e com o Street View, passeie pela área. Eu fiz isso nos dois lugares que morei, e quando cheguei parecia que já sabia onde estava! É sempre legal morar num lugar que tenha comércio por perto, e não em alguma área isolada.
Student Housing:
Educational Housing Services - 1-800-297-4694 - studenthousing.org
The Pennington - 215 East 15th St. - 212-673-1730
University Place - 212-400-3052 - nystudenthousing.com
New York Habitat - 212-255-8018 - nyhabitat.com (apartment sublets)
for Employed Men:
Kolping House - 165 East 88th St. - 212-369-6647
for Employed Women:
Markle Evangeline - 123 West 13th St. - 212-242-2400
Hostels:
Tone on Lex (has private rooms) - 179 East 94th St. - tonehostels.com - 212-289-0010
American Dream Hostel - 168 East 24th St. - 212-260-9779
Hostelling International - 891 Amsterdam Ave. @ 103rd St. - 212-932-2300
Hostel Fresh - 330 W. 95th Street @B’way - hostelsclub.com
www.hostelweb.com
Hotels:
Gershwin Hotel - 7 East 27th St. - 212-545-8000
Murray Hill Inn - 143 East 30th St. - 212-545-0879
Franklin Hotel - 87th betw. Lexington & Third Ave. - 212-3691000
Amsterdam Inn - 340 Amsterdam Ave. @ 76th St. - 212-579-7500
Hotel Belleclaire - 250 W. 77th St - 212-362-7700
Jazz on the Park - 36 W. 106th St - 212-932-1600
West Side Inn - 237 W. 107th St - 212-866-0061
Sacred Heart Residence (Women Only) - 432 W. 20th St - 212-924-0891
YMCA’s:
Vanderbilt YMCA - 224 East 47th St. - 212-756-9600
West Side Y - 5 West 63rd St. - 212-875-4273
www.ymcanyc.org
Summer housing for grad students, interns, visiting scholars:
International House - 500 Riverside Drive - 212-316-8400 - www.ihouse-nyc.org
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Para não virar picolé



quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Passageiros de primeira viagem
Fazendo as malas
É aquela velha história: Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.
As minhas malas sempre ultrapassam o peso, eu pareço uma maluca muambeira em toda viagem que eu faço. Sabe aquelas cenas ridículas daquelas pessoas no guichê do check in abrindo as malas ? (Da última vez meu namorado perguntou se eu não apreciava a privacidade) Sou eu.
O Brasil é o país dos muambeiros, então as companhias aéreas permitem que se leve (e traga) 2 malas despachadas de 70 libras cada uma (enquanto para a Europa, por exemplo, só se pode levar uma de 50 libras!). Além disso, você pode levar dois ítens “pessoais”, como uma bolsa e uma malinha que caiba no compartimento dentro do avião (carry-on bag). Também pode levar uma bolsa de laptop… Isso não é muito fiscalizado em vôos internacionais. Se você for viajar por dentro dos EUA é mais rígido. O importante é você entrar no site da companhia aérea pela qual está viajando e checar as especificações para a bagagem em cada caso. Nada pior do que uma surpresinha no check-in. E às vezes, pagar sobre-peso em uma mala é mais caro do que pagar uma mala extra intera (been there, done that).
O que vai aonde?
Isso já é bem sabido, mas não custa lembrar. Não pode levar líquido nas malas de mão. Às vezes as pessoas focam só na bolsa e esquecem que a malinha pequena está cheia de perfumes e desodorantes. Tudo o que vai com você dentro do avião – o que não é despachado – deve estar líquido-free. Mas tem as exceções: você pode levar uma quantidade X de líquido (geralmente até 100ml), dentro de um saquinho plástico estilo zip-loc. Em alguns aeroportos eles disponibilizam para os esquecidos, mas eu sempre levo um comigo no caso de ter esquecido e tiver algum líquido para “embalar”. De novo, é bom checar antes de sair de casa no site da companhia e/ou aeroporto.
Aqui tem uma lista dos ítens permitidos/proibidos nas bagagens.
Não é aconselhado levar ítens de valor nas malas despachadas. As pessoas fazem isso por dois motivos: 1- Geralmente são pesados 2- Acham que não vão chamar a atenção da alfândega se “esconderem” nas malas.
O que acontece, e garanto que todo mundo sabe de uma história dessas, é que infelizmente, as coisas podem sumir da hora que você entrega até a hora que você pega a mala. Ainda mais se um dos pontos for o Brasil. Talvez colocar cadeado adiante, no sentido de o mau-caráter em questão ficar com preguiça de fuçar as malas trancadas e dar preferência às que são “só abrir”. Mas saiba que 1- Os cadeados de mala são facilmente arrombados; 2- Os fiscais têm direito por lei de arrombá-los para ver o que tem dentro da sua mala; 3- Se eu fosse um ladrão acho que ia tentar a sorte nas malas protegidas!
Se você está achando que suas malas estão muito pesadas, fica a dica: Entulhe tudo de mais pesado na mala de mão. Sim, você vai sofrer para carregar, mas não vai ter que pagar sobre-peso por isso. Ela não é pesada. E o mais importante: Faça cara de que está leve!
Dica na hora de comprar malas: Pode ser barata, pode ser Linda, pode ser da Louis Vuitton – ao comprar, levante a mala vazia para ver se ela própria já não é pesada por si só. Uma mala leve ajuda muito na economia de peso! Geralmente as malas “duras” tendem a ser mais pesadas. E também não compre uma mala gigante, não adianta. Você enche ela e no fim ela ultrapassa o peso permitido (been there, done that 2).
Se você for uma pessoa sensata e conseguir sair de casa com uma mala só, o legal é levar uma daquelas mala-saco dentro da sua mala. Aí você não tem que comprar outra mala para trazer as compras da sua viagem, se não couber tudo na única mala que você levou (hmm, não tão sensato assim, han?). Mas, caso seja necessário, dicas para comprar malas de última hora em NY: 1- Não compre no Times Square. Aliás, não compre nada no Times Square, que ideia. 2- Se você quiser gastar o mínimo possível, vá em Chinatown. Não precisa adentrar o bairro profundamente, bem na saída do metrô (Canal Street) já tem umas lojas que vendem todo o tipo de mala. E lembre-se: negocie! 3- Já se você pensa: 'Já que eu vou comprar uma mala, prefiro gastar um pouco mais mas não ter que jogá-la fora por ter se desfeito durante o vôo', uma boa é ir à Century 21. É uma loja bem grande e famosa aqui em NY, que vende boas marcas mais barato. Eu pessoalmente não me aventuro a ir lá muito, Outlet é na Flórida, já falei! Mas comprei uma mala muito boa lá por U$70, que originalmente custava U$399. Bom, né?
Dentro do avião
Ao comprar a passagem ou no check in você pode selecionar seu assento. Window/Center/Aisle – Janela/Meio/Corredor. Cada um tem sua preferência – eu fico dividida. Gosto de sentar na janela para poder olhar para fora e decidir a hora que quero abrir ou fechar a mesma. E principalmente porque é possível se encostar e fica melhor para dormir. Mas ao mesmo tempo, vou ao banheiro mil vezes e gosto de ficar no corredor por isso. E também porque você tem mais liberdade de se esticar (em viagens longas é fundamental). Mas ficar no meio é sacanagem…!
Eu não entendo porque as pessoas fazem fila para entrar no avião. Geralmente são os brasileiros que formam aquela fila quilométrica na porta de embarque, e a comissária fica gritando no microfone: Por favor, permaneçam sentados até que chamemos suas zonas! O avião é dividido em +- 5 zonas, dependendo do tamanho. A sua zona estará impressa na passagem. Primeiro entra a classe executiva e depois vão entrando as últimas zonas, no fundo do avião, para ir enchendo gradualmente. E têm lugar marcado né, mas nãaaao, o povo quer ficar de pé entulhando e atrapalhando o embarque. A única coisa que pode acontecer se você for um dos últimos a entrar é acabar o espaço nos compartimentos para as malas de mão. Aí você entrega sua mala para a aeromoça e eles despacham. Mas isso é muito raro!
Eu tenho muitos problemas em dormir em aviões. Não possuo esse dom, essa habilidade. Mas há anos venho desenvolvendo minha lista de ítens que podem me ajudar a dar uma cochilada e/ou passar as agonizantes horas do vôo em paz:
Entretenimento
Um livro, o Ipod, um filme ou série de TV e uma revista. Assim como não consigo prever as roupas que vou usar, por isso levo todas, preciso ter opções de variadas de distração a bordo! Não esqueça dos fones de ouvido (mas se esquecer, eles vendem por U$5)!
Zzzzz…
Meu nariz definitivamente é a parte do meu corpo que detesta aviões. O ar condicionado às vezes é super gelado e aí já era. Levo sempre um Sorine (dentro do Zip Loc, lembram?), um Tylenol para Sinusite (minha nova aquisição… a sinusite, não o Tylenol), Resfenol.. a turma toda! Também levo um lipbalm (popularmente conhecido como manteiga de cacau), e um creme para as mãos. Fica tudo seco! No mais é isso aí… já ouvi dizer de gente que toma Dramin para dormir, pra mim nada funciona. Na semana passada tomei vinho no jantar por dica de um amigo para que eu dormisse, eu não só não fiquei com sono como fiquei bêbada (eu sou assim, em um segundo!)! Então aconselho que cada um procure a melhor forma de apagar.
E eu também não esqueço meu kit sono: almofada inflável – aquela que põe em volta do pescoço, eu tenho a inflável pois ocupa pouco espaço – e mascara para tapar a claridade.
Burocracia
Primeiramente, tire o passaporte e o visto. Ok? Feito isto, as instruções abaixo podem lhe ser úteis:
Quando se faz escala, por exemplo, Rio – Miami – NY, a burocracia fica toda na primeira parada no país. Ou seja, seria em Miami que você passaria pela alfândega e imigração. Seus formulários ficam todos lá. Chegando em NY é só seguir as placas de Baggage Claim, pegar as malas e sair direto para a porta.
As aeromoças no avião perguntarão de onde você é, e te entregarão dois formulários (no caso de você estar indo para for a do seu país): o formulário azul da alfândega – que você respnde não para tudo (se está levando alimentos, etc) e o I-94, que não parece, mas é um documento muito importante e que deverá ser mantido junto com o passaporte e entregue quando você deixar o país. No caso de perda, não é o fim do mundo… apenas o fim da sua conta bancária, good luck my friend.
O I-94 é o formulário de entrada no país – é nele que a pessoa responsável pela sua imigração no país vai carimbar a autorização de entrada e escrever até quando você poderá permanecer nos EUA. Parte do formulário fica com ele, e a parte debaixo com você.
Aqui você pode ver como ele é.
(Só se preenche a primeira folha, não o verso)
É provável que, ao dizer que você e brasileiro, a aeromoça te dê o I-94 em português (de Portugal). Apelido é o sobrenome e Nome Próprio é o primeiro nome. Neste formulário você preenche dados do seu Passaporte (como validade, data de expedição, número), Visto (país que expediu e validade), Companhia aérea e Número do vôo (ex: American Airlines, vôo 905 – AA905 / Us Airways vôo 1452 – US1452), país de residência e país de embarque (geralmente o mesmo) e o endereço e telefone do local onde ficará nos EUA.
(É sempre importante ter todos os dados do seu destino anotados, e sempre andar com moedas de U$0,25 para poder ligar para um celular de telefones públicos)
Ao desembarcar uma dica: Não adianta levantar assim que o avião parar, ainda leva tempo para abrirem a porta e liberarem a saída dos passageiros. Mas também não deixe todo mundo sair na sua frente, pois a fila para a imigração costuma ficar grande, principalmente para turistas.
Assim que sair do avião, o próximo passo é passar pela imigração. É lá que você entrega seu passaporte, o I-94 e o formulário de alfândega (o policial te devolve esse, para que seja entregue depois que você pegar suas malas). Ele te fará algumas perguntas, como o motivo da sua viagem, por quanto tempo você vai ficar, com quem você se encontrar, etc. Pedirá as digitais dos seus 4 dedos da mão direita (isso pode variar) e tirará uma foto sua. Após todos os carimbos e a liberação é hora de ir para a esteira pegar as malas.
Não há muito controle sobre quem pega qual mala, apesar de, ao fazer o check in no país de embarque, você receber uma etiqueta de identificação para cada mala despachada. Eu não sei porque, mas sempre fico com medo que peguem a minha mala. Então fique de olho na esteira.
Segurança
Há algumas diferenças entre seguranças de um lugar ou de outro, mas o pior caso, que é sempre o dos EUA, consiste de: Raio X em que você terá que colocar em bandejas todos os seus pertences (por favor, deixe a roupa). Os notebooks e videogames vão separados, sem capa. Também pedem para você tirar os sapatos, casaco, cachecol e cinto. Por ser tão demorado, indico que você deixe para enrolar e relaxar depois de ter passado pelo Raio X, não antes.
Alguns vôos são realmente muito neuróticos. Voltando da Alemanha para NY, tive que repetir as perguntas de segurança (Você mesmo fez sua mala? Você deixou seus pertences em algum lugar? Recebeu algo de alguém para levar? Você pensa em explodir o avião? Se sim, como?) e fui revistada novamente na porta do avião! E quando vou para o Brasil, sempre temos que passar por mais uma revista de passaporte também na porta de embarque.
Heinnn? Entendendo as placas
Bagagge Claim: Pegar as malas
Carrousel: Esteira onde as malas são liberadas (sempre checar no painel eletrônico em cima da esteira se são as malas do seu vôo)
Departure: Embarque/Partida
Arrival: Desembarque/Chegada
Customs: Alfândega (onde você entrega o formulário azul preenchido, dizendo que não está levando alimentos, etc. Você passa por lá com toda a sua bagagem, após pega-la na esteira)
Ground Transportation: Táxis, Ônibus e Shuttle.
Achei um site bacana com dicas para viajantes, o Rodei. Vale a pena!
As primeiras vezes são sempre mais tensas, mas no fundo é fácil. E uma coisa muito triste é perceber como em geral, os brasileiros são mal educados. As aeromoças sempre têm que ficar repetindo para todo mundo sentar, para não desafivelar os cintos (isso tudo só na decolagem e pouso!). É sempre muito barulho, um querendo passar na frente do outro, todos grudados na esteira das malas - porque não dar um espacinho e, quando sua mala chegar, ir buscá-la?
Boa viagem!









